Histórias de um Colecionador - Gilciliano de Oliveira

Histórias de um Colecionador - Gilciliano de Oliveira

O meu primeiro contato com os Quadrinhos Disney, e que conta como marco inicial da minha carreira como colecionador, foi em meados do ano de 1978. Naquela época ganhei minha primeira revista de parentes, o Almanaque Disney 89, que havia sido recentemente lançado em bancas.

Nos anos seguintes, ganhei também algumas revistas e outras comecei a comprar. Por volta de 1983, eram apenas 56 revistas, mas no ano de 1987 a minha coleção chegava a exatos 1.000 gibis! Hoje possuo 8.926 revistas Disney, incluindo as edições mensais da Editora Culturama e os especiais capa dura lançados pela mesma.

Fascinado com o número de colecionadores e a crescente procura por revistas, em especial as da Disney, criei em setembro de 1992 a E.C.R.G.O. Divisão Comercial (Empresa Colecionadora de Revistas Gilciliano de Oliveira). O nome E.C.R.G.O. já existia, desde meados de 1987, mas como uma organização de coleção de gibis. Com o tempo passou a ser uma revenda de revistas antigas e usadas.

Com o "boom" da internet, que ocorreu na virada 1999 / 2000, lá estava eu, como colecionador de olho nas novas tecnologias, e com a organização E.C.R.G.O. No mês de janeiro de 2000, com acesso a internet o intercâmbio com os colecionadores aumentou, sendo possível fazer novas amizades e bons negócios, para ambos os lados, onde sigo até hoje.

Na minha trajetória como colecionador, tenho praticamente tudo que foi lançado da Disney de 1950 até os dias atuais. Acompanho as edições publicadas da Editora Abril e atualmente, da Editora Culturama. Isso inclui exemplares raros, como o "Suplemento do Dumbo" lançado em 1952, o Tio Patinhas 9 de 1966 (com crianças na capa), bem como as revistas número 1 de coleções tradicionais como: Pato Donald (1950), Mickey (1952), Zé Carioca (1961), Tio Patinhas (1963), entre outras. 

Meu trabalho hoje é bem conhecido no Brasil e no exterior.  Atualmente estou entre um dos maiores colecionadores Disney do Brasil.

 

Texto por: Gilciliano de Oliveira